Vendas de smartphone supera a de telefones celulares na China graças ao Android
14:47A China é um dos melhores mercados de smartphone do mundo, também pudera, o país tem uma população de mais de 1,3 bilhão de pessoas vivendo lá, qualquer lançamento de dispositivo nesse país, que emplaque, já vira recordes de vendas em todo o mundo.
Mas ao contrário do que pensamos, a China alcançou uma marca bem relevante, o país conseguiu que as vendas de smartphones superasse a de dumbphones e celulares comuns. Segundo um estudo da empresa Sina Tech naquele país os smartphones já representam 56,9% das vendas totais de celulares nos últimos três meses.
Na China há Android que variam de U$ 100 a 700, fator que tem contribuído bastante para a popularização do sistema operacional do Robozinho Verde e consequente aumento nas vendas de smartphones, causando uma reação inversa na plataforma Symbia no mesmo país. A Nokia vem amargando uma queda de 40% em 2011 para uma participação de 18% no início de 2012 e 11% nesse segundo trimestre deste mesmo ano.
A situação na China é tão promissora para o comércio de smartphones que outra empresa de pesquisa, a Nikko Partners, afirmou que cerca de 200 milhões de chineses estarão utilizando smartphones até o final de 2012 e a Canalys previu que até 2015, 40% dos smartphones deverão custar menos de U$ 200 com smartphones que passarão a utilizar processadores mais baratos, mas bem diferente do que podemos chamar de fraco.
A ARM apresentou a CPU Cortex A7, que devido ao seu processo litográfico de construção em 28nm permitirá ter processadores potentes em dispositivos de até U$ 100 capazes por exemplo de rodar o Android 4.1 Jelly Bean, a versão mais recente e moderna do Android.
Hoje, 55% dos smartphones, que estão em funcionamento na China, rodam o Android. E a previsão para o último trimestre desse ano é que o Android esteja em 70% dos dispositivos comercializados lá, ou seja, milhões e milhões de unidades.
No Brasil, o Governo tenta diminuir os impostos, mas sem muito sucesso e os smartphones continuam com preços exorbitantes para os padrões brasileiros. Não estou falando apenas dos topo de linhas, mas também os médios, que insistem em manter os preços entre R$ 800 até R$ 1.500 e pouco diminuem de preço, mesmo havendo um bom cenário neste segmento com vários fabricantes atuando nessa faixa de preço.
Agora só falta reduzir o preço dos aparelhos aqui no Brasil! rss

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